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Mostrando postagens de dezembro 16, 2010

Quando não existo.

Quando olharão para mim com olhos de amor? Quando verão quem realmente sou? Quando lutarão por mim? De tão sozinho que estou. Quando me amarás, do jeito que sou? Sem preconceitos, sem dor! Vago no emaranhado da solidão,  Meu corpo ex-tremesse como num ataque epiléptico e quando acaba estou em volto aos braços de minha amada, que com seus olhos de amor me acalma de tão cansado que estou, já passam das 4:00 da madrugada. sono quase não vem, e preciso incentivar para que cheque e me deixe descansar. Uns tem fase maior de euforia, eu já de agonia por não querer ver ninguém tenho a maior parte mergulhado num profundo abismo que de tão fundo as vezes prefiro a morte. Meus amigos já não os sãos por não entender o transtorno que tenho, preferiram me deixar. Sinto dores terríveis, por todo o meu corpo as cãibras  insistem em continuar, os enjôos são constantes, efeitos colaterais nem sei quantos tenho. Pânico!  Confusão mental...